Islândia

Reykjavik: onde os vulcões encontram a luz do Ártico

Reykjavik é uma capital pequena, colorida e cercada por lava, mar e vapor geotérmico, onde em duas horas de carro se chega a cachoeiras, vulcões e praias de areia negra. É também uma cidade de contrastes: casas de zinco pintadas, design escandinavo, água quente saindo diretamente da terra e noites de verão que nunca escurecem de fato. Serve tanto de base para o Círculo Dourado quanto de destino em si, com museus, piscinas e uma cena gastronômica surpreendentemente criativa para o tamanho da cidade.

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Principais pontos turísticos

1

Hallgrímskirkja

A igreja luterana que domina o horizonte da cidade, inspirada nas colunas de basalto da paisagem islandesa; o mirante no topo da torre mostra os telhados coloridos de Reykjavik e o mar ao fundo.

2

Harpa

Sala de concertos e centro de conferências com fachada de vidro que imita colunas de basalto, projetada com o artista Ólafur Elíasson; vale entrar mesmo sem ingresso para um concerto.

3

Sun Voyager (Sólfar)

Escultura de aço à beira-mar que lembra um barco viking estilizado voltado para o horizonte, ponto clássico para fotos com o mar e as montanhas ao fundo.

4

Perlan

Museu construído sobre antigos tanques de água quente da cidade, com cúpula de vidro, exposição sobre geologia e gelo islandês e um mirante panorâmico de 360 graus.

5

Bairro de Old Harbour e Grandi

Zona do antigo porto pesqueiro, hoje com o Museu Marítimo, saídas de barco para observação de baleias e um trecho industrial reconvertido em galerias e cafés.

6

Þingvellir (Parque Nacional Thingvellir)

A cerca de 45 minutos da cidade, é onde as placas tectônicas norte-americana e eurasiática se separam visivelmente e onde funcionou o antigo parlamento viking, o Althing.

7

Lagoa Azul (Blue Lagoon)

A famosa piscina geotérmica de águas azul-leitosas perto do aeroporto de Keflavík, ideal como parada a caminho ou na volta da viagem.

Um dia sugerido em Reykjavik

9h00
Café da manhã em Bergsson Mathús Café pequeno e informal perto do centro, bom para começar o dia com algo simples e local.
10h30
Hallgrímskirkja e Laugavegur Suba à torre da igreja e depois desça a pé pela rua principal de compras e cafés.
13h00
Old Harbour Almoço na região do porto e, se der tempo, um passeio de observação de baleias à tarde.
16h00
Harpa e orla até o Sun Voyager Caminhada tranquila à beira-mar entre a sala de concertos e a escultura do barco viking.
20h00
Piscina geotérmica municipal Encerre o dia relaxando em uma piscina como Laugardalslaug, hábito bem islandês e mais barato que a Lagoa Azul.

O que comer

A cozinha islandesa mistura tradição de pescadores e fazendeiros com uma onda recente de chefs jovens que reinventam ingredientes locais.

Plokkfiskur · Ensopado cremoso de peixe branco, batata e cebola, prato caseiro clássico servido com pão de centeio escuro.
Skyr · Laticínio islandês parecido com iogurte espesso, consumido puro, com frutas vermelhas ou em sobremesas.
Hangikjöt · Cordeiro defumado tradicional, geralmente servido fatiado frio com molho branco e batatas em ocasiões festivas.
Pylsur (hot dog islandês) · O famoso cachorro-quente de cordeiro vendido em bancas como a Bæjarins Beztu Pylsur, comido com cebola crocante e molhos doces.
Melhor época para visitar

Junho a agosto traz dias longuíssimos, quase sem noite, ideais para explorar o interior; já de setembro a março, céus mais escuros aumentam as chances de ver a aurora boreal, com o inverno também trazendo neve e temperaturas bem mais baixas.

Como se locomover

O centro de Reykjavik é compacto e caminhável, mas para o Círculo Dourado, cachoeiras e a Lagoa Azul o ideal é alugar um carro ou reservar excursões de um dia, já que o transporte público urbano (ônibus Strætó) cobre bem a cidade, mas não o interior.

Dica de quem conhece

Reserve a Lagoa Azul (ou alternativas mais baratas e menos turísticas como a Sky Lagoon ou piscinas municipais tipo Laugardalslaug) com antecedência, pois os horários mais concorridos esgotam rápido, especialmente no verão.

Perguntas frequentes

Quantos dias são necessários para conhecer Reykjavik?+

Dois ou três dias bastam para a cidade em si; some mais dois ou três dias se quiser incluir o Círculo Dourado, a costa sul e a Lagoa Azul com calma.

É preciso alugar carro em Reykjavik?+

Dentro da cidade não é necessário, pois o centro é pequeno e caminhável, mas para o interior — cachoeiras, vulcões e praias de areia negra — um carro alugado dá muito mais liberdade do que depender só de excursões.

Reykjavik é uma cidade cara?+

Sim, é uma das capitais mais caras da Europa, especialmente comida e bebida em restaurantes; muitos viajantes economizam comprando em supermercados como Bónus e reservando passeios com antecedência para preços melhores.

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