Reykjavik: onde os vulcões encontram a luz do Ártico
Reykjavik é uma capital pequena, colorida e cercada por lava, mar e vapor geotérmico, onde em duas horas de carro se chega a cachoeiras, vulcões e praias de areia negra. É também uma cidade de contrastes: casas de zinco pintadas, design escandinavo, água quente saindo diretamente da terra e noites de verão que nunca escurecem de fato. Serve tanto de base para o Círculo Dourado quanto de destino em si, com museus, piscinas e uma cena gastronômica surpreendentemente criativa para o tamanho da cidade.
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✈ Continue planejando →Principais pontos turísticos
Hallgrímskirkja
A igreja luterana que domina o horizonte da cidade, inspirada nas colunas de basalto da paisagem islandesa; o mirante no topo da torre mostra os telhados coloridos de Reykjavik e o mar ao fundo.
Harpa
Sala de concertos e centro de conferências com fachada de vidro que imita colunas de basalto, projetada com o artista Ólafur Elíasson; vale entrar mesmo sem ingresso para um concerto.
Sun Voyager (Sólfar)
Escultura de aço à beira-mar que lembra um barco viking estilizado voltado para o horizonte, ponto clássico para fotos com o mar e as montanhas ao fundo.
Perlan
Museu construído sobre antigos tanques de água quente da cidade, com cúpula de vidro, exposição sobre geologia e gelo islandês e um mirante panorâmico de 360 graus.
Bairro de Old Harbour e Grandi
Zona do antigo porto pesqueiro, hoje com o Museu Marítimo, saídas de barco para observação de baleias e um trecho industrial reconvertido em galerias e cafés.
Þingvellir (Parque Nacional Thingvellir)
A cerca de 45 minutos da cidade, é onde as placas tectônicas norte-americana e eurasiática se separam visivelmente e onde funcionou o antigo parlamento viking, o Althing.
Lagoa Azul (Blue Lagoon)
A famosa piscina geotérmica de águas azul-leitosas perto do aeroporto de Keflavík, ideal como parada a caminho ou na volta da viagem.
Um dia sugerido em Reykjavik
O que comer
A cozinha islandesa mistura tradição de pescadores e fazendeiros com uma onda recente de chefs jovens que reinventam ingredientes locais.
Junho a agosto traz dias longuíssimos, quase sem noite, ideais para explorar o interior; já de setembro a março, céus mais escuros aumentam as chances de ver a aurora boreal, com o inverno também trazendo neve e temperaturas bem mais baixas.
O centro de Reykjavik é compacto e caminhável, mas para o Círculo Dourado, cachoeiras e a Lagoa Azul o ideal é alugar um carro ou reservar excursões de um dia, já que o transporte público urbano (ônibus Strætó) cobre bem a cidade, mas não o interior.
Reserve a Lagoa Azul (ou alternativas mais baratas e menos turísticas como a Sky Lagoon ou piscinas municipais tipo Laugardalslaug) com antecedência, pois os horários mais concorridos esgotam rápido, especialmente no verão.
Perguntas frequentes
Quantos dias são necessários para conhecer Reykjavik?+
Dois ou três dias bastam para a cidade em si; some mais dois ou três dias se quiser incluir o Círculo Dourado, a costa sul e a Lagoa Azul com calma.
É preciso alugar carro em Reykjavik?+
Dentro da cidade não é necessário, pois o centro é pequeno e caminhável, mas para o interior — cachoeiras, vulcões e praias de areia negra — um carro alugado dá muito mais liberdade do que depender só de excursões.
Reykjavik é uma cidade cara?+
Sim, é uma das capitais mais caras da Europa, especialmente comida e bebida em restaurantes; muitos viajantes economizam comprando em supermercados como Bónus e reservando passeios com antecedência para preços melhores.
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