Casablanca: a metrópole atlântica onde Marrocos encontra a modernidade
Casablanca não é a Marrocos das medinas congeladas no tempo — é a cidade que nunca parou de se reinventar, um porto atlântico movimentado com prédios Art Déco dos anos 1920, arranha-céus e uma das maiores mesquitas do mundo à beira do oceano. Aqui o passado colonial francês, a tradição marroquina e a vida cosmopolita se cruzam nas mesmas avenidas. É uma cidade para caminhar, comer bem e sentir o pulso econômico do país.
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Mesquita Hassan II
Uma das maiores mesquitas do mundo, construída sobre o Atlântico com um minarete de 210 metros; parte dela é aberta a não muçulmanos em visitas guiadas.
Antiga Medina de Casablanca
Menor e menos turística que outras medinas do país, com vielas estreitas, portas antigas e o movimentado mercado central perto dali.
Place Mohammed V
Coração administrativo da cidade, cercada de prédios Art Déco como os Correios e o Tribunal, com fontes iluminadas à noite.
Bairro Habous (Nova Medina)
Medina planejada pelos franceses nos anos 1930, com arcadas, artesanato, livrarias e o Palácio Real de Casablanca nas proximidades.
Corniche de Ain Diab
Orla à beira-mar cheia de terraços, piscinas de clube de praia, restaurantes e o pôr do sol mais concorrido da cidade.
Villa des Arts
Mansão Art Déco restaurada que hoje funciona como centro cultural com exposições de arte marroquina contemporânea.
Catedral do Sagrado Coração (Cathédrale du Sacré-Cœur)
Antiga catedral católica desativada, exemplo marcante da arquitetura híbrida art déco/gótica deixada pelo período francês.
Um dia em Casablanca
O que comer
A culinária de Casablanca combina o litoral atlântico com a tradição marroquina de tagines e especiarias.
Marçoa maio e setembro a novembro oferecem temperaturas amenas, ideais para caminhar pela cidade e pela Corniche sem o calor intenso do verão nem as chuvas mais fortes do inverno.
O centro é caminhável entre a Place Mohammed V, a medina e os prédios Art Déco, mas para chegar à Mesquita Hassan II ou à Corniche o mais prático é táxi ou o bonde (tramway) moderno da cidade, que também liga o centro ao aeroporto via trem.
Vá à Mesquita Hassan II logo na abertura das visitas guiadas pela manhã: além de evitar filas e o calor, a luz do início do dia sobre o oceano ao lado do edifício é a mais bonita para fotos.
Perguntas frequentes
É preciso visto para visitar Casablanca?+
Muitos países, incluindo Brasil e Portugal, estão isentos de visto para estadias turísticas curtas em Marrocos; vale confirmar a regra atualizada antes da viagem.
Casablanca é a capital de Marrocos?+
Não, a capital é Rabat; Casablanca é a maior cidade do país e seu principal centro econômico e portuário.
Vale a pena visitar Casablanca ou é melhor ir direto para Marrakech?+
Casablanca compensa pelo menos um ou dois dias, especialmente pela Mesquita Hassan II e pela arquitetura Art Déco, mesmo que a maior parte da viagem seja concentrada em Marrakech ou Fez.
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